
" O amor vem depois da paixão até mesmo no namoro. O amor é quase um parto, pois muitas vezes ele só nasce depois de 9 meses juntos. Para a paixão virar amor, ela passa por provas complicadíssimas. Literalmente: estudamos coisas absurdas e muito chatas. Como, por exemplo, porque raios é preciso que a gente suporte que o namorado nunca e jamais levantará a tampa do vaso. Ou no caso deles, porque, meu Deus, é tão difícil que ela entenda que eu preciso urgentemente tomar uma cerveja com o João. E esses exemplos são extremamente tolos perto de grandes dificuldades que existem na matéria moderna de Mark Zuckerberg, “relacionamento sério, séríssimo”. A paixão é espaçosa. Folgada demais. Ocupa sempre uma cadeira a mais em qualquer lugar que um casal recém formado esteja. O amor talvez seja menor e mais simples de aprender. Sem querer, ele vira uma equação de menos logaritmos. Paixão é querer pegar um iogurte na geladeira e dar de cara com a pia do banheiro. No amor, já sabemos para onde estamos indo. E quem vai com a gente. "
(via Verdade Feminina )